
Juros futuros caem com otimismo eleitoral
Mercado financeiro ajusta posições e taxas recuam às vésperas do primeiro turno da disputa presidencial e em meio a payroll nos EUA.

Mercado financeiro ajusta posições e taxas recuam às vésperas do primeiro turno da disputa presidencial e em meio a payroll nos EUA.

A inadimplência no agronegócio brasileiro continuará pressionada nos próximos meses devido aos juros elevados e margens estreitas.

A inflação anual nos 21 países que adotam o euro acelerou para 3,8% em setembro, superando as expectativas do mercado e elevando a pressão sobre o Banco Central

Estudo aponta que sinalização de ajuste crível nas contas públicas reduz o prêmio de risco e acelera a queda dos juros de longo prazo no Brasil.

Michelle Bowman afirmou nesta quinta-feira que o Federal Reserve não vê necessidade urgente de novos cortes ou altas na taxa básica.

O vice-presidente do Fed, Philip Jefferson, afirmou que o banco central americano tem espaço para focar no combate à inflação.

Banco Central revela que dívida pública alcançou R$ 11,1 trilhões em agosto, retornando ao patamar crítico registrado durante a pandemia.

Taxa de juros atual no Brasil inviabiliza investimentos essenciais para a produtividade da indústria, afirma o presidente emérito da Abit, Fernando Pimentel.

Taxa de calotes no crédito bancário atinge maior nível da série do Banco Central, puxada pelos juros altos e pelo endividamento das famílias no país.

Disparidade entre juros globais e locais reduz a atratividade da renda fixa brasileira, ameaçando o câmbio e a inflação.

Juros altos e risco de crédito levam gestoras a cortar exposição em companhias com faturamento acima de R$ 120 milhões nos últimos anos.

Indicador supera 30 pontos em setembro pressionado por juros, disputa nas urnas e exterior instável.