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O governador de Minas Gerais e pré-candidato ao Planalto, Romeu Zema, gerou polêmica ao entrar na cabina de votação portando um aparelho celular. A prática é expressamente proibida pela legislação da Justiça Eleitoral, que vreve o uso de telefones e equipamentos eletrônicos no momento do voto para garantir o sigilo e a segurança do processo.
Questionado sobre o episódio, Zema tentou se defender das críticas e afirmou que não chegou a usar o equipamento de fato durante o procedimento. Segundo o político, o esquecimento aconteceu porque “ninguém lembrou” de avisá-lo sobre a restrição antes de ele entrar na zona eleitoral.
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O chefe do Executivo mineiro ainda destacou que teria entregue o dispositivo imediatamente caso tivesse recebido qualquer orientação dos mesários ou fiscais presentes na seção. “Entregava na hora”, declarou o governador, justificando que a falha na retenção do aparelho ocorreu por falta de aviso prévio por parte da equipe responsável pelo local de votação.
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