Espaço reservado para anúncio

Trabalhar nas eleições não é considerado um emprego temporário e também não gera direito a salário em dinheiro, mas a atuação garante compensações importantes para quem participa do processo democrático. O trabalho de mesário não é voluntário no sentido de não oferecer benefícios, contando com regras específicas garantidas pela Justiça Eleitoral para recompensar o cidadão.

Quem atua como mesário tem direito garantido a dois dias de folga para cada dia efetivamente trabalhado nas eleições, sem que haja qualquer tipo de desconto no salário regular. Além disso, a participação no treinamento obrigatório também assegura mais dois dias de descanso remunerado na empresa ou órgão onde a pessoa trabalha.

Espaço reservado para anúncio

Na prática, isso significa que quem participa do treinamento e atua tanto no primeiro quanto no segundo turno pode acumular até seis dias de folga no total. O benefício acumulado serve como uma compensação pelo tempo dedicado aos preparativos e à votação nas seções eleitorais.

Vale destacar que o segundo turno não acontece em todos os municípios do país, sendo realizado apenas quando necessário nas disputas para presidente da República e governador. No calendário oficial, a votação complementar está marcada para o dia 25 de outubro de 2026.

A estruturação dessas regras busca incentivar a participação popular e garantir que o mesário não sofra prejuízos profissionais por colaborar com a realização do pleito, mantendo o vínculo empregatício protegido durante o afastamento legal.

Espaço reservado para anúncio