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O Ministério Público Eleitoral mudou de posição e se manifestou pelo indeferimento do registro de candidatura de Antônio Rueda, presidente nacional do União Brasil, a deputado federal pelo Rio de Janeiro nas eleições de 2026. A manifestação da Procuradoria Regional Eleitoral representa uma reviravolta em relação ao entendimento anterior adotado pelo órgão ministerial.

Nas etapas passadas do processo, a própria Procuradoria havia defendido o deferimento da candidatura de Rueda. No entanto, a avaliação anterior mudou após a análise de um conjunto probatório que aponta o envolvimento do dirigente partidário em uma estrutura político-territorial voltada para o crime organizado.

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Segundo o MPE, Rueda estaria inserido diretamente em esquemas ilícitos localizados na Baixada Fluminense, com forte atuação registrada no município de Belford Roxo. A acusação liga o dirigente político a supostas conexões com milícias na região metropolitana do estado do Rio de Janeiro.

O processo de registro da candidatura tramita atualmente no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro. A defesa e os aliados de Rueda acompanham de perto os desdobramentos da tramitação judicial e a nova postura adotada pelo órgão ministerial.

Antônio Rueda concorre ao pleito pela Federação União Progressista, uma coligação partidária que reúne o União Brasil e o Partido Progressista. A manifestação contrária do Ministério Público Eleitoral insere um elemento crítico de pressão sobre o futuro político do dirigente partidário e sobre a campanha no estado fluminense.

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