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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o senador Flávio Bolsonaro aparecem empatados nas intenções de voto entre os eleitores do Pará para o segundo turno das eleições presidenciais de 2026, conforme levantamento divulgado nesta quinta-feira (1º) pelo instituto Futura/100% Cidades. No cenário simulado de votação direta entre os dois, o petista registra 48,4% da preferência do eleitorado paraense, enquanto o candidato do PL alcança 44,7%. Os eleitores que declararam intenção de votar em branco ou nulo somam 4,9%, ao passo que 2,1% não souberam ou não responderam.
A pesquisa também mediu o panorama para o primeiro turno da disputa no Estado, onde Lula e Flávio Bolsonaro mantêm o empate técnico dentro da margem de erro. O atual presidente pontua com 43% das intenções de voto, contra 39,7% atribuídos ao parlamentar fluminense. O levantamento foi realizado por meio de entrevistas presenciais com 1.000 eleitores no Estado do Pará, ouvidos entre os dias 24 e 28 de setembro de 2026.
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Registrada na Justiça Eleitoral sob os números BR-09952/2026 e PA-09843/2026, a sondagem possui nível de confiança estimado em 95% e margem de erro de 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos. O custo total do estudo financeiro alcançou a marca de R$ 80.000,00, tendo sido integralmente financiado pela própria Futura Consultoria, conforme os dados técnicos oficializados junto ao Tribunal Superior Eleitoral.
Além do comportamento das intenções de voto, o instituto aferiu o índice de rejeição dos principais nomes cotados para o pleito nacional. Flávio Bolsonaro acumula uma rejeição de 45,5%, o que significa a parcela do eleitorado que afirma não votar nele de jeito nenhum, enquanto Lula registra 42,9% de rejeição sob o mesmo critério metodológico de avaliação.
No quesito de avaliação governamental, a administração federal comandada por Lula conta com a aprovação de 49,3% dos eleitores paraenses entrevistados. Por outro lado, o trabalho do presidente é desaprovado por 46% da população local, enquanto 4,7% dos participantes do estudo não souberam ou preferiram não opinar sobre o desempenho do Executivo.
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