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O secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, assinou um memorando que mobiliza o Pentágono para atuar de forma direta contra interferências estrangeiras nas eleições de meio de mandato, conhecidas como as Midterms. O documento foi assinado em 22 de setembro e divulgado oficialmente nesta segunda-feira (28), determinando que o Exército norte-americano reforce a proteção do processo eleitoral contra possíveis ações de agentes externos.

A medida aciona estruturas fundamentais do Departamento de Defesa para resguardar a votação e os sistemas democráticos do país.

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Pelo texto do memorando, o Comando Cibernético dos EUA e os diretores das Agências de Apoio ao Combate deverão empregar capacidades avançadas de inteligência para rastrear e neutralizar qualquer tentativa de manipulação por atores estrangeiros. Além disso, a Agência de Inteligência de Defesa (DIA) foi acionada para coletar e produzir informações estratégicas sobre ameaças externas que possam comprometer o pleito.

O porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, destacou em nota que a colaboração entre os órgãos federais, estaduais e locais vai expor influências estrangeiras e garantir a segurança dos processos democráticos. Ele ressaltou que as ações devem transcorrer em total conformidade com a legislação vigente, regulamentos e diretrizes presidenciais, protegendo também as liberdades fundamentais da população norte-americana.

As eleições de meio de mandato estão marcadas para o dia 3 de novembro de 2026, quando os eleitores escolherão os novos integrantes do Congresso para definir a composição da Câmara e de parte do Senado. O resultado do pleito será crucial para os rumos do governo do presidente Donald Trump, determinando se o Partido Republicano conseguirá manter o controle duplo do Legislativo para facilitar a aprovação de suas pautas ou se os democratas abrirão espaço para bloqueios e investigações.

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