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A deputada federal Erika Hilton (PSol) enfrentou uma grave ameaça de morte antes de conseguir registrar seu voto no primeiro turno das eleições. O episódio de violência política e transfobia forçou a parlamentar a alterar sua agenda de última hora e atrasar a ida às urnas.
A situação gerou forte preocupação entre aliados e equipes de segurança, que agiram rapidamente para resguardar a integridade física da parlamentar. A ameaça recebida levou a equipe de assessoria e segurança a reavaliar os protocolos de proteção durante o dia de votação.
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Conforme relatos divulgados por veículos de imprensa, o teor da intimidação incluía ataques transfóbicos explícitos. Diante da gravidade do risco, a segurança pessoal de Erika Hilton foi imediatamente reforçada para garantir que ela pudesse exercer seu direito ao voto sem novos incidentes.
Apesar do momento de tensão e da necessidade de reajustar os horários de sua participação no pleito, a deputada manteve o posicionamento firme diante dos ataques sofridos. Casos de violência política direcionada a parlamentares mulheres e representantes da comunidade LGBTQIA+ têm sido monitorados com rigor pelas autoridades competentes.
O episódio ocorre em um momento de intensa movimentação política para Erika Hilton, que recentemente alcançou marcas expressivas em sua trajetória legislativa nacional. A parlamentar e sua equipe não divulgaram detalhes adicionais sobre a autoria das ameaças para não atrapalhar eventuais investigações policiais em curso.
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