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A apenas uma semana do primeiro turno das eleições de 2026, uma parcela significativa dos eleitores chega aos dias finais da campanha sem ter definido todos os candidatos em quem pretende votar no próximo domingo (4). Enquanto parte da população já preparou a tradicional colinha com os números na urna, outros cidadãos ainda avaliam opções e tentam decidir o voto para diversos cargos em disputa.

Para entender os motivos que levam grande parte do eleitorado a postergar essa escolha até os momentos derradeiros, reportagens recentes ouviram pessoas em pontos estratégicos da capital federal. A indecisão reflete tanto o volume de opções quanto a complexidade na escolha dos representantes para os diferentes níveis do poder público.

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O pleito deste ano está marcado para os dias 4 de outubro, quando ocorre o primeiro turno, e 25 de outubro, caso haja segundo turno. A votação acontece em todo o país das 8h às 17h, conforme o horário oficial de Brasília. O comparecimento às urnas é obrigatório para os eleitores com idades entre 18 e 69 anos.

A obrigatoriedade também se estende, mas de forma facultativa, para os jovens de 16 e 17 anos, além das pessoas com 70 anos ou mais. A legislação eleitoral estabelece regras rígidas sobre o que o eleitor pode levar para a cabine de votação, sendo a anotação em papel o método mais utilizado para evitar erros.

Especialistas reforçam que a preparação prévia da colinha com a ordem exata de votação agiliza o processo na seção eleitoral e reduz filas. Com o pleito tão próximo, o desafio para os indecisos é fechar a lista completa de escolhas antes de o eleitor se deparar com a urna eletrônica.

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