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Brasileiros que vivem em Lisboa foram às urnas na manhã deste domingo para participar do primeiro turno das eleições presidenciais do Brasil, buscando expectativas de mudanças e novidades na política nacional. A votação no exterior marca o início de um processo que envolve centenas de milhares de cidadãos espalhados por vários países, com a Universidade de Lisboa destacando-se como um dos principais polos de votação no mundo.
A organização do pleito fora do país é conduzida pelo Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, em conjunto com o Tribunal Superior Eleitoral e o Ministério das Relações Exteriores. Urnas eletrônicas foram enviadas para dezenas de países para garantir a participação dos brasileiros, com exceção da Rússia, que enfrentou entraves na logística aérea.
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Nesta edição, o eleitorado apto a votar fora do Brasil ultrapassou a marca de 918 mil pessoas, distribuídas por 186 cidades no exterior. Esse número representa um crescimento superior a 30% em comparação com as eleições de 2022, quando cerca de 697 mil cidadãos estavam habilitados a votar.
Durante o pleito em Lisboa, eleitores relataram sentimentos divergentes sobre o futuro do país. “Espero sinceramente que possamos ter uma nova visão de como o Brasil pode melhorar”, declarou um dos votantes, enquanto outro afirmou que reza pela restauração da nação.
Ao contrário dos eleitores em território nacional, os brasileiros com domicílio eleitoral no exterior votam exclusivamente para presidente e vice-presidente da República. A votação seguiu o horário local das seções estabelecidas em embaixadas e repartições consulares, conforme as regras da Justiça Eleitoral.
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