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O ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, do Tribunal Superior Eleitoral, foi eleito corregedor-geral da Justiça Eleitoral nesta terça-feira. A votação ocorreu no plenário da Corte e garantiu seis dos sete votos possíveis ao magistrado, que assume a função deixada por Antonio Carlos Ferreira após o fim de seu mandato.
A escolha do novo corregedor aconteceu por meio de urna eletrônica instalada no próprio tribunal. Antes do início da votação, os ministros imprimiram a zerésima, documento que comprova a ausência prévia de votos registrados no equipamento, e a ministra Estela Aranha fez a leitura do boletim de urna para anunciar o resultado final.
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Cueva integra o TSE desde dezembro de 2025 e atua também como ministro do Superior Tribunal de Justiça, corte onde tomou posse em 2011. Como corregedor-geral, ele terá a responsabilidade de fiscalizar a regularidade dos serviços eleitorais em todo o país e coordenar as rotinas das corregedorias estaduais, do Distrito Federal e dos cartórios eleitorais durante o processo de 2026.
A posse formal do magistrado no novo posto está marcada para esta quinta-feira, no plenário do TSE. O mandato de Cueva à frente da Corregedoria-Geral Eleitoral se estenderá até dezembro de 2027, cobrindo o período pós-eleitoral e a consolidação dos trabalhos da Justiça Eleitoral.
Formado em direito pela Universidade de São Paulo, o ministro possui histórico na administração pública e na advocacia. Ele atuou como procurador do Estado de São Paulo e da Fazenda Nacional, além de ter sido conselheiro do Conselho Administrativo de Defesa Econômica e construído uma sólida trajetória acadêmica com mestrado em Harvard e doutorado na Universidade de Frankfurt.
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