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O presidente da China, Xi Jinping, e o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, se reunieron na Casa Branca nesta quinta-feira (24) para um encontro de Estado que colocou a cooperação bilateral e o desenvolvimento da inteligência artificial no centro dos debates. A cúpula ocorreu no segundo dia da visita oficial do líder chinês a Washington e serviu para alinhar discursos sobre a convivência entre as duas maiores potências globais.
Apesar do tom diplomático adotado durante as conversas, o encontro não resultou em anúncios detalhados sobre questões sensíveis que historicamente dividem os dois países, como acordos comerciais específicos, a situação de Taiwan e a escalada da guerra no Irã. Ainda assim, Xi afirmou que os dois governos alcançaram um entendimento comum sobre diversos pontos estratégicos.
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Durante um jantar de Estado oferecido por Trump, a tecnologia ocupou espaço de destaque nas discussões. Xi Jinping ressaltou que, embora exista uma competição acirrada entre Pequim e Washington, há um potencial ainda maior para a colaboração mútua, especialmente na gestão e no controle ético de ferramentas de inteligência artificial.
O evento de gala na Casa Branca reuniu executivos de peso do setor tecnológico norte-americano, incluindo nomes como Tim Cook, Jeff Bezos, Sundar Pichai, Sam Altman, Greg Brockman, Mark Zuckerberg e Jensen Huang. O gesto evidenciou a relevância econômica e estratégica que o setor privado tecnológico possui nas negociações atuais entre os dois países.
Além dos temas econômicos e tecnológicos, a pauta internacional incluiu discussões sobre conflitos globais e soberania. Segundo a agência estatal chinesa Xinhua, Xi defendeu o retorno imediato a um cessar-fogo na guerra no Irã e o início de negociações de paz, contrapondo-se ao tom mais duro adotado recentemente por Trump.
No encerramento da visita, Trump presenteou Xi Jinping com uma escultura de uma águia-de-cabeça-branca, símbolo nacional dos Estados Unidos, criada em colaboração com a primeira-dama. Os líderes agora monitoram os desdobramentos práticos dos entendimentos firmados em Washington para os próximos meses.
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