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O Tribunal Superior do Trabalho (TST) julga nesta segunda-feira (21/9) o dissídio coletivo da greve dos trabalhadores dos Correios. A paralisação da categoria teve início no último dia 10, após os funcionários rejeitarem integralmente a proposta apresentada pela empresa para o novo acordo coletivo.
A principal divergência entre a direção da estatal e os empregados gira em torno da mudança estrutural imposta no plano de saúde. A alteração afeta diretamente não apenas os funcionários da ativa, mas também os aposentados e dependentes vinculados à operadora.
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Logo nos primeiros dias de paralisação, a estatal acionou formalmente a Justiça do trabalho. A direção da empresa pediu que o tribunal declare a ilegalidade do movimento paredista e determine a retomada imediata e integral de todas as atividades postais.
Segundo o ND Mais, a decisão do tribunal desta segunda-feira também pode mexer diretamente com os descontos aplicados no salário de milhares de trabalhadores. O julgamento definitivo servirá para pacificar tanto a legalidade da greve quanto os termos das reivindicações econômicas e sociais apresentadas pelos sindicatos.
A expectativa das partes envolvidas é de que o plenário do TST batesse o martelo sobre os limites das concessões trabalhistas e a validade das cláusulas do plano médico que motivaram o estopim da crise na estatal.
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