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O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou nesta sexta-feira que o governo americano estivesse considerando impor uma proibição às exportações de diesel. A declaração foi feita a jornalistas antes de uma viagem oficial ao Alabama, em meio a movimentações no mercado internacional de energia.

“Nunca esteve realmente sobre a mesa”, afirmou o presidente norte-americano, reforçando que Washington nunca teve a intenção de aplicar um banimento sobre o envio do combustível para o mercado externo. A fala ajudou a acalmar os temores sobre desabastecimento global em um momento de instabilidade nos preços das commodities.

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Durante a mesma conversa com a imprensa, Trump elogiou a contribuição europeia para a injeção de 100 milhões de barris de petróleo no mercado global, medida coordenada pelo G7 para conter a alta dos preços. Ele também abordou um projeto de infraestrutura energética no Alasca desenvolvido em parceria com a Coreia do Sul, ameaçando elevar tarifas caso o país asiático não avance com a construção do gasoduto previsto.

Ainda segundo o noticiário internacional e informações divulgadas pela UOL Economia e pela CNN Brasil, o líder norte-americano voltou a ser questionado sobre as eleições no Brasil, marcadas para o próximo domingo. Trump repetiu a mensagem de que os Estados Unidos estão monitorando de perto o pleito brasileiro, sem detalhar novas ações diplomáticas.

O mercado financeiro reagiu ao longo do dia aos desdobramentos econômicos e energéticos. Enquanto Wall Street operou em alta com o payroll reforçando a manutenção de juros pelo Federal Reserve, os contratos de petróleo registraram queda impulsionados pela liberação estratégica de reservas globais e pelo monitoramento do Oriente Médio.

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