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A retirada dos destroços do helicóptero que caiu na Serra Catarinense, resultando na morte do cantor sertanejo Rick e de outras quatro pessoas, permanece suspensa devido às condições climáticas desfavoráveis na região. A informação foi confirmada pela JTA Empreendimentos e Urbanismo, empresa proprietária da aeronave envolvida no acidente ocorrido há pouco mais de uma semana.
Segundo normas do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) e do Registro Aeronáutico Brasileiro, o proprietário do equipamento é o principal responsável pela remoção após a conclusão das perícias iniciais no local. A companhia planeja executar a operação em duas etapas distintas, começando pelos dois motores Rolls-Royce antes de içar a estrutura principal do helicóptero Bell 430, prefixo PP-MGR.
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No entanto, nenhuma atividade prática teve início até o momento na área de difícil acesso onde o acidente aconteceu. A JTA destacou que aguarda a liberação de todas as autorizações necessárias para organizar os trabalhos, que exigem alto nível de complexidade logística e dependem diretamente de janelas de tempo firme.
O voo trágico decolou de Porto Belo, em Santa Catarina, às 10h30 do dia 21 de setembro, com previsão de pouso às 11h24, mas perdeu sinal apenas um minuto após a partida, conforme registros da FAB (Força Aérea Brasileira). As buscas intensas mobilizaram equipes de resgate até que os destroços e as vítimas fossem localizados no dia seguinte.
Enquanto o Cenipa prossegue com a análise da caixa-preta localizada em 23 de setembro, autoridades do Corpo de Bombeiros ressaltaram que a aeronave, considerada moderna, não emitiu nenhum alerta de emergência durante o trajeto. Moradores da região também relataram ter filmado o helicóptero momentos antes da queda, cujas causas ainda continuam sob investigação rigorosa.
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