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O presidente do Solidariedade, Paulinho da Força, movimentou o cenário político e jurídico ao apresentar pedidos de impeachment contra três ministros do Supremo Tribunal Federal e, simultaneamente, articular a participação de um aliado em um debate presidencial televisivo. As iniciativas ocorrem em meio a uma disputa de alas dentro da mais alta corte do país, evidenciando alinhamentos estratégicos do dirigente partidário.

A ofensiva contra o Judiciário incluiu petições protocoladas na última terça-feira no Senado Federal contra Kassio Nunes Marques, André Mendonça e Luiz Fux. Na mesma data, a legenda recorreu ao ministro Flávio Dino para tentar retirar de Kassio e Mendonça a função de atuar como juízes auxiliares de propaganda eleitoral no Tribunal Superior Eleitoral.

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No documento enviado ao Senado, o Solidariedade questionou a atuação político-eleitoral de Kassio Nunes Marques e André Mendonça, além de alegar que Luiz Fux não deveria continuar no julgamento relacionado ao Banco Master. A petição que mira Kassio também mencionou um suposto repasse de R$ 500 mil direcionado a Kevin Marques, filho do presidente do TSE, por Daniel Vorcaro.

As articulações de Paulinho da Força contam com respaldo de ministros influentes no tribunal. O dirigente manteve seu mandato de deputado federal após o plenário do STF reverter, em novembro de 2023, uma condenação de 10 anos e 2 meses de prisão, em votação que contou com o voto decisivo de Gilmar Mendes acompanhando Alexandre de Moraes.

Nesta quinta-feira, o Solidariedade obteve nova vitória jurídica quando Gilmar Mendes autorizou a participação de Renan Santos, do partido Missão, no debate presidencial organizado pela TV Globo. A presença do candidato gerou impasse e levou Flávio Bolsonaro a desistir do evento, culminando no cancelamento da transmissão pela emissora.

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