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Quase 80 países exigiram nesta quinta-feira a reabertura urgente do Estreito de Ormuz, em uma forte pressão internacional contra o bloqueio da região. O bloco também condenou o governo do Irã e os rebeldes Houthis pelos ataques contínuos que afetam diretamente a segurança energética e o comércio global.
A movimentação diplomática ocorre em um momento de escalada nas tensões geopolíticas no Oriente Médio, onde rotas marítimas estratégicas têm sido alvo frequente de hostilidades. A segurança da navegação comercial virou prioridade para potências globais diante do risco de desabastecimento e alta nos preços.
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O documento conjunto foi lido nas Nações Unidas pelo ministro das Relações Exteriores do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani. Entre os signatários da declaração estão diversos Estados árabes do Golfo e as principais potências ocidentais.
Durante a leitura, o chanceler destacou que as ações iranianas no Estreito de Ormuz continuam a ameaçar a segurança internacional e os direitos de livre navegação. O texto também criticou duramente a decisão dos Houthis de retomar o conflito no Iêmen e realizar ações imprudentes no Mar Vermelho.
As autoridades do Irã e os rebeldes Houthis, por sua vez, costumam justificar suas movimentações militares como medidas legítimas de defesa. Enquanto isso, a comunidade internacional segue articulando novas pressões para evitar maiores impactos na economia mundial.
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