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Cerca de 200 pessoas tomaram o Eixão do Lazer Norte, em Brasília, neste domingo (20), para participar da 18ª edição da Marcha da Maconha no Distrito Federal. O ato reuniu manifestantes em defesa da legalização, do autocultivo e da descriminalização da cannabis na capital federal.
A mobilização ocorre em um momento de transformações significativas nas discussões sobre o tema no país. Mudanças recentes no tratamento da cannabis vêm redesenhando o cenário regulatório e jurídico brasileiro.
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Entre os marcos recentes, a Anvisa ampliou as regras para produtos à base da planta e regulamentou o cultivo com finalidades medicinais, farmacêuticos e de pesquisas. Além disso, o Supremo Tribunal Federal decidiu em 2024 que o porte de maconha para consumo pessoal deixou de configurar crime.
Durante o ato deste domingo, os organizadores direcionaram críticas severas aos impactos da política de drogas sobre a população negra e periférica. O grupo também argumenta que uma futura regulamentação não deve criar barreiras que restrinjam o acesso à planta apenas a grandes empresas.
A estimativa de público foi levantada pela cobertura do portal Poder360. Os organizadores prometem manter a pressão por novas medidas de flexibilização e reparação social nos próximos meses.
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