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Charles Leclerc e Lewis Hamilton saíram publicamente em defesa do chefe da Ferrari, Fred Vasseur, nesta quinta-feira (1º). A manifestação conjunta dos pilotos ocorre em meio a tentativas da escuderia de Fórmula 1 de encerrar os rumores persistentes que ligam Christian Horner, ex-chefe da Red Bull, ao cargo do dirigente francês.
As declarações de apoio maciço aconteceram antes do Grande Prêmio do Bahrein, evento que será disputado neste fim de semana em Sepang, na Malásia. Enquanto Leclerc classificou Vasseur como extremamente valioso para o futuro da equipe, o heptacampeão mundial Lewis Hamilton declarou total apoio à liderança do francês.
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Os boatos sobre uma possível mudança no comando da escuderia italiana ganharam força após declarações recentes de Christian Horner. O ex-chefe da Red Bull afirmou publicamente que a Ferrari seria a única equipe que ele consideraria assumir caso não tivesse participação acionária no negócio.
Diante do cenário de especulações no paddock, a direção da Ferrari também buscou estancar os rumores ao reiterar publicamente sua total confiança no trabalho de Vasseur. Leclerc foi enfático ao rejeitar os boatos, taxando-os como bobagens, e ressaltou a habilidade do dirigente na gestão de pessoas.
Segundo o piloto monegasco, Vasseur possui a sensibilidade exata para escolher as palavras certas e colocar cada indivíduo nas condições ideais para extrair o seu rendimento máximo. Hamilton corroborou a avaliação ao descrever o chefe como um líder fantástico e o homem ideal para conduzir a equipe rumo aos seus objetivos.
O heptacampeão britânico lembrou ainda que o dirigente foi fundamental para levar a escuderia ao segundo lugar no Mundial de Construtores, representando um avanço importante em relação ao quarto lugar obtido na temporada passada, enquanto a Mercedes lidera o campeonato atual.
Apesar da união blindando o comando, os pilotos reconhecem que o time enfrenta dificuldades evidentes de desempenho nas pistas. Hamilton apontou diretamente para um déficit severo de potência no motor, estimando uma desvantagem que varia entre quatro e seis décimos de segundo nas retas em relação aos concorrentes.
Por sua vez, Leclerc acrescentou que os problemas da Ferrari não se resumem unicamente à unidade propulsora. O monegasco destacou que a equipe precisa evoluir urgentemente em áreas fundamentais como chassi e aerodinâmica para acompanhar o ritmo dos rivais mais fortes nas curvas.
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