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O bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, foi posto em liberdade provisória nesta quinta-feira após passar por audiência de custódia. Ele é acusado de matar a tiros o estudante de medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, durante uma discussão de trânsito ocorrida na última quarta-feira na avenida Professor Walter Thaumaturgo, conhecida como avenida do Povo, em Taubaté, no interior paulista.

A vítima chegou a ser socorrida e encaminhada ao Hospital Regional do município, mas não resistiu aos ferimentos provocados pelos disparos. O caso foi registrado no 1° Distrito Policial de Taubaté como homicídio, enquanto a Polícia Técnico-Científica realizou a perícia no local do crime e apreendeu a arma utilizada pelo autor.

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Informações divulgadas pelo Corpo de Bombeiros apontam que o militar possui 10 anos de corporação e estava de licença por solicitação própria no momento do ocorrido. Como os integrantes do Corpo de Bombeiros pertencem à Polícia Militar do Estado de São Paulo, o autor tinha autorização regular para aquisição e porte de arma de fogo, cuja pistola e as munições foram recolhidas pela corporação.

Segundo a UOL Notícias, além de garantir a liberdade provisória do acusado, a Justiça determinou que a Polícia Militar suspenda o porte de arma de fogo do bombeiro militar. O desdobramento judicial gerou rápida repercussão entre colegas e familiares da vítima na região.

O estudante morto cursava medicina na UNITAU (Universidade de Taubaté) e estaria a caminho da faculdade quando a briga aconteceu. Em nota oficial, o Diretório Acadêmico da instituição lamentou profundamente o falecimento do aluno, ao passo que membros da comunidade acadêmica e o Grupo de Mães Médicas de Taubaté organizaram uma vigília em homenagem ao jovem ainda na noite de quarta-feira.

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