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A Justiça Eleitoral barrou o registro de mais de 1,2 mil candidatos que pretendiam disputar cargos nas próximas eleições. A ofensiva jurídica limpa o cenário concorrencial e coloca partidos políticos em alerta para ajustar suas chapas dentro do prazo legal.
Os indeferimentos decorrem, principalmente, do descumprimento de critérios da Lei da Ficha Limpa, ausência de certidões criminais obrigatórias ou problemas na prestação de contas de pleitos anteriores. Diante do veto em massa, as legendas correm contra o tempo para substituir nomes ou recorrer das decisões colegiadas nos tribunais regionais eleitorais.
Enquanto o julgamento de registros avança, a organização do pleito entra na reta final. No Sergipe, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-SE) intensificou os treinamentos para mesários com foco em acessibilidade, enquanto o TRE da Paraíba aposta no legado da Justiça Restaurativa para mediar conflitos políticos. Paralelamente, técnicos da Justiça Eleitoral detalham a segurança das urnas eletrônicas para garantir a transparência do processo de votação.
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