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As contas do Governo Central fecharam o mês de agosto de 2026 com um déficit primário de R$ 13,6 bilhões, conforme dados divulgados nesta terça-feira pelo Tesouro Nacional. O resultado representa uma melhora em relação ao mesmo período do ano anterior, quando o governo havia registrado um déficit de R$ 15,5 bilhões em valores correntes.
O desempenho fiscal do mês ficou acima da mediana das expectativas do Prisma Fiscal do Ministério da Fazenda, que apontava para um resultado negativo de R$ 16,0 bilhões. O grupo que engloba o Tesouro Nacional, o Banco Central e a Previdência Social segue monitorando de perto o comportamento das receitas e despesas ao longo do exercício financeiro.
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Analisando os componentes individualmente, o resultado conjunto do Tesouro Nacional e do Banco Central foi superavitário em R$ 5,0 bilhões em agosto. Por outro lado, a Previdência Social seguiu pressionando as contas públicas ao apresentar um déficit de R$ 18,6 bilhões no mesmo período.
Na comparação com agosto de 2025, o resultado primário refletiu o crescimento real de 3,5% da receita líquida, o que representou um incremento de R$ 6,3 bilhões. Paralelamente, a despesa total avançou 1,9%, somando mais R$ 3,7 bilhões em termos reais no intervalo de um ano.
No acumulado dos oito primeiros meses de 2026, de janeiro a agosto, o resultado consolidado aponta para um déficit primário de R$ 94,9 bilhões. No mesmo intervalo do ano passado, o saldo negativo acumulado era de R$ 85,9 bilhões em valores correntes, evidenciando os desafios fiscais contínuos do governo federal.
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