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O número de denúncias contra a fisioterapeuta Magda Oliveira da Silva em Goiânia chegou a nove, conforme atualização divulgada pelas autoridades. Ela foi presa preventivamente durante uma investigação que apura graves irregularidades e mutilações em pacientes durante procedimentos estéticos, com foco especial em intervenções íntimas.
Segundo a Polícia Civil de Goiás, os relatos reunidos no inquérito incluem casos severos de queimaduras, cortes, infecções, necrose, cicatrizes profundas e perda de tecido. Algumas das lesões atingiram diretamente regiões íntimas das vítimas, sendo classificadas pelos investigadores como graves ou gravíssimas devido à deformação anatômica causada.
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A profissional possui formação em fisioterapia e conta com capacitação complementar em harmonização facial, corporal e íntima. No entanto, a investigação aponta que os atendimentos incluíam práticas invasivas como cortes, retirada de tecidos e alterações anatômicas, além da prescrição e fornecimento de medicamentos.
Diante desses achados, a polícia agora apura se as condutas da investigada configuram o crime de exercício ilegal da medicina. Os relatos detalhados apontam danos na região genital, como mutilação do clitóris, corte excessivo e deformidades, além de queimaduras graves e tecido desvitalizado em mamas.
O caso segue sob investigação rigorosa pela Polícia Civil de Goiás para identificar todas as vítimas e dimensionar a extensão dos danos provocados pelos procedimentos realizados pela fisioterapeuta, que permanece detida preventivamente.
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