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As garantias concedidas pela União em operações de crédito de estados e municípios alcançaram a marca de R$ 353,64 bilhões ao término do segundo quadrimestre de 2026. Os dados foram oficializados pelo Tesouro Nacional na quarta-feira (30), por meio do Relatório Quadrimestral de Operações de Crédito Garantidas.
Do volume total registrado, R$ 173,93 bilhões referem-se a operações de crédito internas, enquanto os contratos externos somam R$ 179,71 bilhões. O levantamento detalha a distribuição desses recursos entre diferentes credores e mutuários públicos em todo o país.
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No segmento de crédito interno, os bancos públicos federais — Banco do Brasil, BNDES e Caixa — concentraram 92,15% do montante, o equivalente a R$ 160,28 bilhões. Já nas operações externas, os organismos multilaterais responderam por expressivos 95,61% dos contratos, totalizando R$ 171,82 bilhões.
Entre os entes federativos mutuários, o estado de São Paulo lidera o saldo devedor com 10,92% do total, representando R$ 38,62 bilhões. O estado do Rio de Janeiro aparece na sequência, detendo 7,31% das garantias, o que corresponde a R$ 25,86 bilhões.
O relatório também aponta que, entre janeiro e agosto de 2026, foram assinadas 116 novas operações de crédito com garantia da União. Desse total, 73 foram firmadas com municípios, 38 com estados e cinco com entidades controladas, dividindo-se em 103 contratos internos e 13 externos.
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