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O Banco da Inglaterra e o Federal Reserve dos Estados Unidos intensificaram a pressão sobre bancos globais para mapear a exposição dessas instituições a grandes empresas de trading. A investida ocorre após uma forte turbulência no fundo de hedge Situational Awareness provocar perdas bilionárias no mercado.
O fundo, focado em inteligência artificial e administrado pelo ex-pesquisador da OpenAI Leopold Aschenbrenner, despencou após uma liquidação acentuada em ações de empresas de tecnologia e semicondutores. Com o colapso parcial, a carteira de ações negociadas em bolsa precisou ser liquidada junto à Citadel Securities.
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Essa operação desastrosa culminou em um prejuízo estimado em US$ 15 bilhões para a Jane Street apenas naquele mês. Diante do impacto sistêmico, as autoridades monetárias buscam entender o apetite ao risco dessas companhias e a evolução do crédito concedido.
Segundo informações divulgadas pelo jornal Financial Times, os reguladores exigem detalhes sobre a disposição dessas empresas de trading a assumir riscos e a eficácia dos controles internos dos bancos credores. As agências reguladoras e as empresas citadas não responderam imediatamente aos pedidos de comentário fora do horário comercial.
O cerco regulatório sobre as operações de alto risco já havia mostrado sinais no mês passado, quando a Comissão de Valores Mobiliários dos Estados Unidos intimou gigantes de Wall Street. Instituições como Goldman Sachs, JPMorgan, Citigroup e Bank of America viram suas operações com alavancagem e chamadas de margem colocadas sob escrutínio oficial.
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