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A diversificação de investimentos é amplamente recomendada para reduzir a concentração de riscos em uma carteira patrimonial. A estratégia consiste em distribuir os recursos entre diferentes classes de ativos, mitigando o impacto de quedas expressivas em um único investimento sobre o patrimônio total do investidor.

Contudo, o processo exige um equilíbrio rigoroso entre a redução de riscos e a quantidade de ativos escolhidos. O objetivo principal não é acumular o maior número possível de opções, mas compreender a função específica de cada produto financeiro dentro da estratégia global da carteira.

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Marilia Fontes, sócia-fundadora da Nord Investimentos e apresentadora do quadro Papo de Investidor, ilustra o perigo da concentração ao citar o cenário hipotético de um investidor que aloca oitenta por cento do capital em ações de uma única empresa. Segundo a especialista, uma desvalorização acentuada desses papéis compromete fortemente todo o patrimônio devido à alta exposição.

A especialista também faz um alerta importante sobre o limite entre diversificação e pulverização. A pulverização acontece quando o investidor espalha o dinheiro por uma quantidade excessiva de ativos sem qualquer justificativa ou planejamento estratégico para cada posição.

O tema foi debatido na edição desta semana do programa Resenha do Dinheiro, atração realizada com o apoio da B3 e da gestora BlackRock. O programa vai ao ar semanalmente às sextas-feiras no canal do CNN Money no YouTube e aos domingos na grade da CNN Brasil.

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