Espaço reservado para anúncio

O empresário da falecida cantora Dolly Parton, Danny Nozell, entrou com um processo para obter uma ordem de restrição contra o sobrinho da artista, Bryan Seaver. A medida judicial busca impedir que Seaver interfira nos negócios, mantenha contato com os sócios e permaneça a menos de 300 metros dos escritórios que gerenciavam a carreira da estrela da música country.

A movimentação jurídica ocorre exatamente um mês após o falecimento de Parton, que morreu aos 80 anos após uma breve batalha contra o câncer, conforme revelado por sua equipe na época. No entanto, as tensões familiares e as supostas ameaças começaram semanas antes da morte da artista norte-americana.

Espaço reservado para anúncio

De acordo com os documentos apresentados à justiça, Nozell acusa o sobrinho da cantora de extorsão financeira. Como prova das ameaças, o empresário divulgou mensagens atribuídas a Seaver que incluem declarações agressivas como “tudo o que eu faço é guerra… todos precisam se preocupar com o que eu posso fazer” e “eu não sou uma pessoa do entretenimento. Eu sou um assassino”.

Bryan Seaver, que trabalhava como chefe de segurança da tia, foi demitido no dia 15 de setembro por Nozell e acabou expulso das propriedades da artista. Horas antes do conflito vir a público, o próprio Seaver havia compartilhado mensagens de despedida nas redes sociais, chamando a tia de “Gigi” e celebrando o legado deixado por ela.

Questionado sobre as acusações, o sobrinho negou que as mensagens fossem ameaças reais contra a equipe. Ele justificou que seus comentários criticavam parceiros de negócios específicos que teriam agido mal e intimidado Dolly Parton, e não os profissionais que gerenciavam a carreira da rainha da música country.

Espaço reservado para anúncio