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A Confederação Brasileira de Futebol deixou para uma próxima reunião, ainda sem data definida, a discussão sobre o fim do limite de 12 jogos para transferências entre clubes do Campeonato Brasileiro e a criação de equipes B. Os temas foram apresentados pelo dono da SAF do Londrina, Guilherme Bellintani, durante um encontro com representantes das Séries A e B realizado no Rio de Janeiro.

Pela regra atual, um jogador pode trocar de clube durante o campeonato nacional desde que não tenha disputado mais de 12 partidas pela equipe de origem. O limite anterior era de 6 jogos e foi ampliado para 12 em 2026, mas o dirigente defende a retirada completa da trava regulamentar.

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A outra proposta apresentada por Bellintani consiste em permitir que clubes de qualquer divisão mantenham uma equipe B para disputar competições oficiais. Segundo o dirigente, o modelo é adotado por equipes europeias como Barcelona, Benfica e Porto, servindo como uma etapa intermediária entre as categorias de base e o time profissional.

Ainda não foram definidos formato de competição, critérios de acesso ou regras de inscrição para as eventuais equipes B. A discussão também está relacionada à intenção da CBF de ampliar o espaço para jogadores sub-23, grupo cuja participação nos elencos sofreu redução nos últimos anos.

Durante o mesmo encontro, os clubes aprovaram a redução gradual do limite de estrangeiros relacionados por partida. O número cairá de 9 para 8 em 2027 e chegará a 5 até o ano de 2030, com votos contrários de Londrina, Flamengo e Bahia.

Também ficou decidido que o limite de 50 jogadores inscritos no Campeonato Brasileiro será mantido, mas com uma divisão progressiva entre atletas acima e abaixo de 23 anos a partir de 2027, dividindo as vagas entre a Lista A e a Lista B.

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