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O Bitcoin liderou a valorização entre os principais indicadores financeiros em setembro de 2026, registrando alta de 6,51%, conforme dados consolidados pelo Poder360. O Ibovespa, principal índice da Bolsa brasileira, ocupou a segunda posição no mês, com um avanço de 5,03% em relação ao período anterior.
Na ponta oposta, o ouro amargou o pior desempenho entre 13 indicadores monitorados, acumulando uma queda de 6,52% em setembro. O cenário cambial também mostrou estabilidade para baixo, com o dólar comercial recuando 0,12% no mês, enquanto o Risco Brasil subiu 6,56%, fechando o período em 124,90 pontos.
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Apesar do fôlego em setembro, o Bitcoin apresenta trajetória divergente quando ampliada a janela temporal. O ativo digital acumula queda de 4,51% no ano de 2026 e uma retração de 26,55% em um horizonte de 12 meses, figurando como a pior marca anual entre todos os índices avaliados no levantamento.
Em contrapartida, o Ibovespa manteve forte desempenho nos prazos mais longos. O indicador da Bolsa brasileira avança 15,65% no acumulado de 2026 e registra ganho de 27,42% em 12 meses, superando o IPCA-15, que marcou inflação prévia de 0,70% em setembro, 3,82% no ano e 4,47% em 12 meses.
Entre as aplicações de renda fixa, os títulos do Tesouro Direto com vencimento em 2029 entregaram ganhos em todos os recortes analisados. O Tesouro Selic destacou-se com a maior rentabilidade entre os papéis, avançando 1,07% no mês, 10,69% no ano e alcançando 14,66% no acumulado de 12 meses.
Outros investimentos registraram variações modestas, como os BDRs, que subiram 2,04% em setembro, e a Caderneta de Poupança, que rendeu 0,67% no mês, ficando ligeiramente abaixo da inflação prévia. O Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), referência para contratos de aluguel, subiu 1,57% em setembro e soma alta de 3,34% em 12 meses.
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