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Das 54 cadeiras em disputa no Senado Federal durante a renovação de dois terços da Casa, apenas 14 parlamentares que buscavam a reeleição obtiveram sucesso nas urnas. O pleito definiu a bancada de representantes estaduais, mantendo a composição fixa de 81 congressistas em Brasília, com mandatos que se estenderão pelos próximos oito anos.

O grupo de congressistas em fim de mandato que tentou a permanência no cargo representou 59,2% das vagas em disputa. O índice de aproveitamento foi idêntico ao registrado no ciclo eleitoral de 2018, quando apenas oito parlamentares conseguiram renovar seus mandatos com o voto popular.

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Entre os vitoriosos deste pleito, sete são aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto cinco apoiam o grupo de Flávio Bolsonaro, com ambos os lados seguindo para a disputa do segundo turno na corrida presidencial pelo Palácio do Planalto. O cenário geral dos concorrentes incluía 17 governistas, nove oposicionistas e cinco independentes.

Outros 27 integrantes do Senado, a exemplo do presidente da Casa, Davi Alcolumbre, foram eleitos em 2022 e seguem exercendo suas funções até janeiro de 2031. Como a renovação da Câmara Alta ocorre de forma gradual, o sistema alterna entre blocos de um terço e dois terços a cada quatro anos.

Os parlamentares empossados contam com um salário mensal bruto fixado em R$ 46.366,19, valor que respeita o teto constitucional do funcionalismo público brasileiro. Além dos vencimentos, os senadores têm direito a verbas indenizatórias de cotas parlamentares e auxílio-moradia ou utilização de imóveis funcionais na capital federal.

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