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O presidente da Argentina, Javier Milei, demitiu 12 funcionários civis que trabalhavam na residência presidencial de Olivos e transferiu o controle operacional do local para a Casa Militar. A decisão ocorre em meio a suspeitas de vazamentos de informações internas e a preparativos para a visita do papa Leão 14.

Com o afastamento da equipe civil, as Forças Armadas assumem a gestão direta da segurança e da administração da residência oficial. A medida drástica foi adotada após apurações internas apontarem falhas no sigilo de dados e circulação de informações sensíveis a partir do complexo presidencial.

A mudança no comando de Olivos gera forte repercussão na política argentina, concentrando ainda mais a gestão de instalações estratégicas sob tutela militar. Até o momento, a Casa Rosada não detalhou quais serão os próximos passos da reestruturação administrativa após a saída dos 12 servidores.

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