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O Banco Central (BC) endureceu as regras do Pix para combater golpes e asfixiar financeiramente criminosos. A partir de novas diretrizes, a autoridade monetária nacional vai marcar chaves Pix associadas a suspeitas de fraudes e permitir que as instituições financeiras barrem operações de forma preventiva.
Pela nova resolução do BC, a marcação de suspeita poderá ser feita tanto pelo CPF quanto pelo CNPJ do usuário de destino. O processo de identificação ficará registrado no sistema por até cinco anos, servindo de alerta para todo o ecossistema bancário brasileiro na hora de processar transferências.
A medida visa dar mais agilidade e força aos bancos para conter o fluxo de dinheiro ilícito. Caso um correntista seja apontado como fraudador por engano ou conteste a marcação, a nova regra prevê um prazo de até sete dias para que a contestação seja analisada e a chave Pix passe por uma revisão.
Além do cerco aos golpistas, o Banco Central também oficializou novidades na usabilidade do sistema de pagamentos instantâneos. Entre as atualizações, destaca-se a criação de um modelo de cobrança híbrida, que integra o Pix diretamente com o boleto bancário tradicional, facilitando o recebimento de valores por empresas.
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